Secretário de Desenvolvimento Social esclarece sobre casa invadida no Quebec e faz alerta para aqueles que ainda não habitaram suas casas

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Conversas para que os dois menores se mudem do local foram iniciadas

Depois da prisão dos menores em uma das casas do bairro Quebec, na manhã de ontem (26), suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas (http://www.noticiasdasgerais.com.br/2017/01/26/menor-e-aprendido-com-um-pe-de-maconha-e-pedras-de-crack-no-bairro-quebec/), uma assistente social em conjunto com o Secretário de Desenvolvimento Social, Eurípedes, foram até a casa para ver qual a real situação do local, já que o imóvel foi invadido e diversas denúncias apontam a residência como suposto ponto de drogas.

Chegando a residência, eles encontraram o mesmo casal habitando o recinto; conversas para que os dois menores se mudem do local foram iniciadas. “Neste caso, o papel do Desenvolvimento Social foi acompanhar o processo, nós não temos o poder de polícia, nem de fiscalização, mas nós temos a responsabilidade social com aquela família que recebeu o imóvel, apesar dela não ter assumido o imóvel e por isso houve essa invasão. De qualquer forma continuamos atentos, inclusive, retornamos ao Jardim Quebec para poder avaliar se era possível a família retornar, até agora não temos essa resposta, mas o nosso objetivo é de resguardar o direito daquela pessoa que recebeu o benefício”, contou Eurípedes.

E o Secretário de Desenvolvimento Social faz uma alerta, “A gente faz um apelo àquelas pessoas que ainda não ocuparam os imóveis, existe lá um equipe da empresa Pizollato que está acompanhando, mas não tem poder de polícia, e a nossa preocupação é que o ônus desse processo é da pessoa que recebeu o direito, e mesmo que amanhã ela abra mão desse direito, do ponto de vista civil ela será cobrada por isso. Ela perde o imóvel e ainda pode ser responsabilizada. Então, o poder público pede que eles habitem suas casas, para que esse problema não aconteça”, finalizou o Secretário.

Segundo informações, ainda há várias casas no local que ainda não foram habitadas pelos seus donos e que correm esse risco de invasão.

Autor: André Martins

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